Dicas de Viagem: Isla de Margarita e Coche

Esta é o primeiro post que vou fazer com dicas de viagem: a ilha de Margarita e a ilha de Coche, no Caribe Venezuelano. A motivação principal dos posts sobre viagens que pretendo fazer é a dificuldade que se tem para encontrar informações concentradas na internet de um mochilão completo. Normalmente se encontra poucas informações sobre pacotes prontos de operadoras de turismo.
Gostaria de frisar, entretanto, que apesar das viagens serem planejadas no estilo low cost, tento prezar por alguns padrões mínimos de qualidade, como conforto e higiene. Quando não encontrar esses padrões mínimos, prometo que vou comentar o que não vale a pena.

Primeiro de tudo: não é necessário visto para viajar como turista para curtos períodos na Venezuela, você precisa apenas ter um passaporte válido por no mínimo seis meses. O câmbio oficial é de lá de 2,15 Bolivares Fuertes (BsF) para cada 1 dólar (US). Logo na chegada no aeroporto internacional de Maiquetia Simón Bolívar, que fica numa cidade vizinha de Caracas (capital federal da Venezuela), existem desde maleteiros até taxistas oferecendo câmbio com cotação de até 5 BsF para cada 1 US, o que faz o câmbio ser bastante favorável para quem viaja com cash. Porém, não sei se esse tipo de transação é segura e se é legal, tampouco tentei efetuar câmbio fora de casas oficiais. Caso insista nesse tipo de câmbio, em outros blogs na internet pediram para ter cuidado em duas coisas: a primeira é para não ficar dando vacilo no aeroporto depois de ter feito câmbio, a outra é para ter cuidado ao fazer o câmbio, pois o paralelo é proibido na Venezuela.

Antes de viajar, outra coisa que é bom lembrar é que para ingressar na Venezuela é necessário ter sido vacinado contra a febre amarela. A vacina vale por dez anos. Se você ainda não tomou ou se o prazo de validade da anterior já venceu, você deve tomar uma nova com, no mínimo, dez dias antes da viagem. Basta ir a um posto de saúde municipal, tomar a vacina, pegar o comprovante e se dirigir a um posto da ANVISA mais próximo para pegar o Certificado Internacional de Vacinação. A ANVISA tem um FAQ em seu site.

[UPDATE] Pelo o que vi no último relatório de ITH da Organização Mundial de Saúde, a Venezuela não está mais na lista de países que exigem vacinação contra a febre amarela.

Li também bastante sobre a insegurança em Caracas, que tem uma taxa de homicídios maior que São Paulo. Não achei nada muito atrativo em termos de turismo na capital. Caso seu voo doméstico não seja logo após seu desembarque internacional em Maiquetia, opte por esperar dentro da sala de embarque doméstica. Há um passeio entre o desembarque internacional e o embarque nacional, como se você fosse fazer conexão direta para um voo doméstico, mesmo que você ainda não tenha feito seu check in. Você pode ficar esperando lá até a hora do seu check in doméstico, quando você precisará sair da sala de embarque e ir lá fora para fazer o check in na empresa aérea escolhida. Existem várias companhias que fazem o trecho Caracas-Porlamar: Laser, AeroPostal, Rutaca e Conviasa são algumas das quais pesquisei preços. Todas vendem pela internet com cartão de crédito. A mais barata que achei na época foi a Laser, que vendia cada trecho por BsF 255,00. O check in doméstico na Venezuela deve ser feito duas horas antes do embarque, enquanto que o check in internacional deve ser feito três horas antes, isso são recomendações encontradas no site do aeroporto.
Existem taxas aeroportuárias que são pagas no embarque doméstico como no embarque internacional e são baseadas em um índice do governo. Quando viajei, a taxa doméstica custava BsF 27,50 e a internacional BsF 137,50. Você pode encontrar o valor dessas taxas na página principal do aeroporto de Maiquetia.

Uma outra opção para ir à Margarita é pelo continente. Siga até a cidade venezuelana de Puerto La Cruz e de pegue um ferry boat da empresa Conferry. Existem opções de expresso e convencional. Assim como existem as classes VIP, Primeira e Turista, variando seus preços. O ferry levará você até Punta de Piedras, já na ilha de Margarita.

Esse roteiro de viagem que segue são para seis dias e cinco noites, serve apenas de base para o viajante, que pode adaptá-lo conforme seu planejamento.

No primeiro dia foi o voo São Paulo até Caracas, que dura em torno de seis horas pela VARIG. O voo sai de São Paulo às 11h00min e chega a Caracas às 15hm30min (horário local). Chegando em Caracas, como não tinha conseguido comprar uma passagem para Porlamar para o mesmo dia, liguei para o hotel Muevete Por Vargas, que tem serviço de van até o aeroporto e fui passar a noite lá, pagando poucos BsF pela noite. O hotel é bem confortável, o quarto é muito limpo, tem tv a cabo, água quente e ar condicionado, com diária de BsF 310,00 não negociáveis e com o serviço de van já incluído. Jantei no restaurante do próprio hotel e aproveitei para comer uma parrilla venezuelana, que nada se parece com a parrilla argentina, pois parece muito mais com um prato de yakissoba. Foi jantando nesse dia que tive a oportunidade de tomar pela primeira vez a melhor cerveja da Venezuela: a Solera verde, uma cerveja de sabor amargo e forte, com graduação alcólica de 6%, com uma latinha de volume reduzido em relação às vendidas no Brasil (222 ml apenas). Como gosto muito de Heineken, Carlsberg e Stella Artois, essa marca de cerveja caiu feito luva e me acompanhou durante todo o resto da viagem.

No segundo dia, bem cedo, acordei, peguei a van do hotel e voltei ao aeroporto, fiz check in no balcão da Laser, que tem funcionários educados e prestativos, e embarquei com destino a Porlamar. A vista da chegada é bonita, comparada à chegada a Fernando de Noronha, porém Margarita é infinitamente maior que Noronha.
Fiz reserva num albergue muito bom chamado Las Trinitarias, que fica em El Cardón, nordeste de Margarita. Para um albergue listado na Hostelling International, o Las Trinitarias é muito bom. Os quartos são imensos (uns 40m2), com vista para uma montanha ao lado do albergue, ar condicionado, água quente, tv a cabo (onde posteriormente pude assistir ao jogo do Sport contra a LDU pela Libertadores), uma pequena piscina (para que piscina se você está no Caribe?) e o café da manhã está incluso no valor da diária, que saiu por BsF 172,00. A dona do hotel, uma simpática senhora caraquenha chamada Janeth, faz o serviço de transfer do aeroporto para o albergue e cobra apenas BsF 36,00, metade do valor que os taxistas normais cobrariam para levar até El Cardón. Na chegada, aproveite para já fazer um passeio histórico pelas ruas de Asunción, capital da ilha, e se livrar desse tipo de passeio pelo resto da viagem, já que quem vai ao Caribe está com intenção de curtir praia, sol e mar. Nesse passeio histórico, você pode conhecer o castelo de Santa Rosa, o centro político de Margarita, algumas de suas igrejas e casas cheias de histórias.

Depois desse rápido passeio, chegando ao hotel, já aproveitei para ir caminhar ao longo das praias mais próximas ao albergue: El Cardón, Los Tiranos, El Parguito, El Água, e por fim, ver o por do sol na praia El Manzanillo. Em El Parguito e em El Água, há várias barracas de comidas, onde você pode alugar um toldo (paguei BsF 20 por um) e aproveitar para comer um peixinho feito na hora. De El Água para Manzanillo é melhor ir de ônibus, que custa BsF 1,00 a passagem.
Tenho o telefone de alguns taxistas que negociaram preços atrativos para passeios na ilha. Alugar carro também é uma excelente opção se você pretende fazer passeios mais longos (El Yaque, praias da península de Macanao, o manguezal de La Restinga).
O por do sol em Manzanillo realmente é muito lindo de se ver, principalmente porque não fica ninguém nessa praia, apenas pescadores locais. Recomendaram ver o por do sol em Juan Griego, mas não achei uma praia muito bonita, além do mar ser contaminado. Não tenho sugestões de baladas ou jantares excepcionais, pois normalmente à noite estava cansado e não queria ir para tão longe.





No terceiro dia uma ótima opção é ir conhecer as belas praias do norte: Puerto Cruz, La Galera, El Caribe e Juan Griego. A dona do albergue tinha me fornecido uma cooler pequena para me acompanhar durante os passeios diários. Fui ao supermercado, fiz um estoque gigantesco de Soleras, que armazenei num refrigerador que fica no restaurante do próprio albergue em frente ao prédio dos quartos, e comprei bastante gelo, para todo dia de manhã preparar essa cooler para as saídas diárias. No final do dia nunca sobrava uma sequer. La Galera é uma praia com pouca gente e poucas ondas. El Caribe é uma praia mais bonita, com várias barracas e uma opção é ficar na barraca que esqueci o nome, onde se pode comer uma paella deliciosa feita na hora e pelo valor de BsF 40,00. Se você negociar, já que vai comer uma paella, a dona do lugar pode livrar o valor do aluguel do toldo. Nesse restaurante toca música latina o tempo inteiro, inclusive sucessos do axé brasileiros do início dos anos 90. À noite uma opção de jantar é numa pousada de donos ingleses que fica na beira mar de El Cardon. Lá vende um sanduíche de filé que é fantástico o sabor e enorme. No final da noite voltei ao hotel para assistir a vitória de 2 x 0 do Sport sobre a LDU pela Copa Libertadores da América.



No quarto dia a opção foi conhecer uma ilha vizinha chamada Coche. Sair bem cedo para ir até a praia El Yaque, que fica ao lado do aeroporto e a uma hora de El Cardón. De lá, é possível pegar um catamarã pelo preço de BsF 25 por trecho para ir até a ilha de Coche. A viagem é bem rápida e dá para aproveitar a vista da chegada na ilha, além de ver de perto pelicanos que vão voando bem próximo ao catamarã.
Em Coche, que tem uma areia muito branca e água bem claras, você pode ficar o dia inteiro passeando pelas belas e limpas praias ou ficar sentado em um toldo tomando um sol e apreciando o mar.
Existem passeios de barco onde é possível fazer snorkel e comer ostras fresquinhas. Esse passeio também pode ser feito em Los Frailes, uma ilhota que fica no nordeste de Margarita e que os pescadores de El Tirano costumam oferecer esse tipo de passeio.
Em Coche, consegui fazer o passeio de barco pagando BsF 25. O passeio é muito bom, o barco vai até uns 2km da praia e pára numa especie de piscina natural, onde é possível fazer snorkel e curtir as espécies locais: peixes coloridos e muitas estrelas do mar. Depois do snorkel, é hora de tirar fotos com estrelas do mar e em seguida subir no barco para comer ostras super frescas, com um pouco de limão e uma cerveja Polar, oferecida pelo próprio barqueiro.
Depois de um dia em Coche, voltando para El Yaque, existem vários restaurantes ao longo da praia. El Yaque é uma praia conhecida pela prática do windsurf e lá é possível alugar equipamento para praticar o esporte.



No quinto dia, estava planejando alugar um carro e ir até a praia Punta Arenas, que fica do outro lado da ilha, na península de Macanao, mas para alugar o carro teria que devolver no outro dia depois do horário do voo, então ficou inviável. Replanejando a viagem, fui até a praia Manzanillo novamente para conhecer uma praia deserta e pouco frequentada por turistas: La Propria. Vá até Manzanillo, converse com um pescador para que ele faça o trecho levando e acerte um horário de retorno previamente. O valor que o pescador cobra não é mais que BsF 50,00. Uma boa pedida é já acertar com algum restaurante o cardápio do almoço e negociar o empréstimo de um toldo para levar a La Propria, já que por se tratar de uma praia deserta, não existem barracas oferecendo toldos e bebidas. Uma sugestão é comer no restaurante de Dona Mindismar, que prepara uma lagosta sensacional, servida com vinho Sauvignon Blanc Gato Negro. O valor do almoço não sai mais que BsF 150,00.
A praia La Propria é super pequena, cercada de montanhas e rochas por todos os lados, tem água claríssima e é inacessível por terra, só se chega lá através de barco.
Na volta, recomendo pegar o taxista Alex, que te leva até o albergue, espera você tomar banho e se trocar, depois te leva até o Sambil, um centro de compras de Margarita, e combina um horário para te pegar no Sambil e te levar de volta ao albergue. Antes de voltar ao albergue ainda parei no supermercado para comprar chocolates, que são deliciosos os da Venezuela. O taxista cobrou apenas BsF 60,00 por todo esse trecho.
O shopping Sambil é ideal para fazer compras de perfumes, eletrônicos, vinhos e qualquer outra coisa importada que no Brasil é bem mais caro, pois Margarita é porto livre de impostos. Comprei vinho Frontera Concha y Toro por míseros 4 dólares. Aproveite para gastar o resto dos seus dólares, porque é tudo muito barato mesmo. Não esqueça apenas de guardar os BsF 27,50 (doméstico) e os BsF 137,50 (internacional) de taxas de embarque, pois não aceitam cartão de crédito. Uma taxa extra de BsF 18,00 foi cobrada no balcão da VARIG como diferença de valor de taxas, pois havia sido reajustada.
À noite é hora de arrumar as coisas para voltar ao Brasil.



No sexto dia peguei o voo de Margarita para Caracas e depois Caracas para Brasil. No aeroporto de Caracas não já lockers (guarda volumes) para que você possa deixar sua bagagem e tentar arriscar um passeio pela cidade de Caracas. Como tinha viajado com malas e ainda fiz compras no Sambil, optei por ficar aguardando o voo de volta ao Brasil no aeroporto mesmo. Uma outra coisa que não dá para fazer é um check in mais cedo, pois o balcão da VARIG só abre exatamente umas três horas antes do voo.
Fim de viagem uma grande opção de últimas compras é o Duty Free do embarque internacional, que vende chocolate El Rey com várias concentrações de cacau, rum venezuelano e tudo o que você gostaria de comprar durante a viagem, mas que é muito melhor comprar lá do que ter que ficar carregando durante a viagem.

Dava para ter ficado mais um dia e ter aproveitado algum dos passeios que ficou na dívida: mergulho ou snorkel em Los Frailes; conhecer o manguezal La Restinga; conhecer a praia Punta Arenas e La Pared; e eventualmente pegar um voo e conhecer a paradisíaca ilha de Los Roques.

Então é isso, se quiserem mais detalhes que eu possa fornecer, é só entrar em contato mandando um comentário, que chega o aviso no meu email.
O caro é só a passagem para Caracas. De Caracas para Margarita eu comprei pela internet, mas se quiser arriscar é muito mais barato comprar lá na hora, porque tem voo o tempo inteiro para lá e de várias companhias.

Abraco e boa viagem!


Comentários

  1. Olá Papito, pesquisando na internet informações sobre Isla Margarita. Adorei seu roteiro, mas queria ter noção de preço dos passeios, se souber e puder me ajudar, agradeço.

    Camila

    ResponderExcluir
  2. papito,estou planejando uma viagem de ferias e lua de mel,a esta ilha,mas não tenho,a minima noção de preços de pousadas,serviços de alimentação,praias.locais de compras etc.ah,vou de carro saindo de manaus,e pretendo trazer,presentes pra toda familia.as coisas são realmente baratas por lá? existe cota de viagem?há fiscalização na barreira da pf? desde ja agradeço.abraço.

    ResponderExcluir
  3. Ola para todos, estive la na semana passada, fevereiro 2010 e confesso que não valeu muito a pena, o local até que é bonito mas a população muito mal educada, o transito muito confuso e os preços não são tão bons. Eles passam por um momento economico muito complicado e isso esta afetando a todos. O que valeu pena mesmo foi o cruzeiro que peguei saindo de la e rodandando por 7 ilhas do caribe. Uma dica a todos vocês, muito cuidadao ao fazer cambio, tem gente na rua, no aeroporto e em varios locais que te cercam querendo trocar, levem sempre dolar e bem mais facil. Tem muita moeda falsa circulando e muitos querendo te dar um golpe, eles oferecem um cambio maior, te levam a um local isolado e armam o golpe. Cuidado eles roubam mesmo...... Façam o cambio em lojas, eles pagam menos mas a garantia é bem maior. Qualquer outra duvida: jpsouzaa@yahoo.com.br

    ResponderExcluir
  4. Mila, depende dos passeios que você pretende realizar. O preço dos táxis lá são bem baratos. E você pode combinar para eles te pegarem e te buscar no local combinado.
    Os passeios de barco são cobrados por pessoas e custam em torno de 25 pesos venezuelanos.

    ResponderExcluir
  5. Mauro Rogério, os preços variam bastante. Fiz a opção de ficar em um albergue da rede HI Hostel.
    Se alugar um carro não deixe de conhecer o lado oeste da ilha.
    O melhor local de compras é o shopping indicado no blog. As coisas são reamente muito baratas por lá.
    Como fui de avião não sei dessas informações de cotas e barreiras terrestres.

    ResponderExcluir
  6. Opa ..
    tudo bem Papito ?
    Aqui quem fala eh Roberto , estou indo para Margarita na sexta feira , e estava procurando informacoes e achei o se blog .
    se puder entrar em contato e tirar umas duvidas minhas ...
    Seria mais em funcao do cambio ... qual a melhor forma ?
    abs

    ResponderExcluir
  7. Olá, Betooo87! Como falei, existe um câmbio oficial de tantos Bolivares Fuertes (BsF) para cada dólar (US). Porém, no aeroporto internacional de Maiquetia Simón Bolívar, existem maleteiros e taxistas oferecendo câmbio com cotação dobrada. Não sei se esse tipo de transação é legal. Abraço e boa viagem!

    ResponderExcluir
  8. Olá, meu nome é Renata e embarco para isla Margarita mês que vem.
    Gostaria de saber qual moeda (in cash) devo levar...dólar ou real? Pensei em fazer um cartão visa pré pago com dólares, pois não utilizo cartão de crédito. É uma boa idéia? Conseguirei utilizar esse cartão com os dólares em todo lugar na Isla ou esse dólar acaba sendo desvalorizado? É preferível trocar dólar por bolívar (cash)?
    Abraços

    ResponderExcluir
  9. Olá, Renata!
    A moeda que recomendo é o dólar, que é muito mais tranquilo para o câmbio e também é aceito em estabelecimentos, como no shopping center Sambil.
    Viagens internacionais combinam com cartão de crédito, portanto, altamente recomendável levar um. Não esqueça que ele tem que ser internacional. E antes de viajar, dá uma ligadinha para o banco informando onde você estará e por quanto tempo ficará. Daí você não corre o risco de ter seu cartão bloqueado. Coisas do mecanismo de proteção dos cartões.
    Espero que você faça uma viagem bem proveitosa.

    ResponderExcluir
  10. Olá, obrigada pelas dicas em relação ao money!
    Vi em um site que é necessário ter tomado vacina contra febre amarela e ter o Cartão de Vacinação Internacional para ir para a Isla Margarita.
    Gostaria de saber se é isso mesmo.
    Sei que é possível tirar esse cartão no aeroporto Internacional de Guarulhos e que sai bem rápido.
    Mas quero resolver tudo o mais breve possível para não deixar nada para a última hora.
    Abraços

    ResponderExcluir
  11. Olá, Renata! Sim, é necessário tomar vacina contra a febre amarela para entrar na Venezuela. Essa vacina tem que ser tomada 10 dias antes da viagem e deve ser registrado num Cartão Internacional de Vacinação, através da ANVISA. A vacina você pode tomar em qualquer posto de saúde municipal e depois é só levar no posto da ANVISA mais próximo (há um em GRU).

    ResponderExcluir
  12. Fale Papito, apesar de vc ter citado que não saiu a noite em Margarita, ouviu algo positivo sobre as noitadas da ilha? A atração é só praia mesmo? Quanto mais ou menos vc levou de grana para os 6 dias de estadia?

    ResponderExcluir
  13. Olá, Augusto! Confesso que não explorei a noite de Margarita, mas um lugar que sempre ouço falar é o Señor Frog (http://www.srfrogsmargarita.com.ve/).
    Quanto à grana, levei algo em torno de 100 dólares por dia para garantir que não passaria problemas por lá. Terminei voltando para o Brasil com alguma grana ainda no bolso.
    Uma boa viagem!

    ResponderExcluir
  14. OI Papito...
    estou indo pra MARGARITA mës q vem,gostaria de saber se comidas(RESTAURANTE)é barato se vc sab me dzr o preço de um jantar (lacosta ou Paeja)em real

    ResponderExcluir
  15. Olá, Procasa! Os preços de alimentação em Margarita são bem parecidos com os do Brasil. Comi uma deliciosa lagosta regada com um bom vinho Sauvignon Blanc na praia de Manzanillo, na barraca de Dueña Marismar, pagando algo em torno de R$ 100,00. Uma boa viagem!

    ResponderExcluir
  16. Olah meu nome e Gustavo estou pretendendo viajar em janeiro para margarita e gostaria de saber o preco atualizado da passagem do ferry boat pra um carro de passeio siena e 4 pessoas adultas. E de alguns hoteis em margarita.

    ResponderExcluir
  17. Olá, Gustavo!
    Uma opção para é ir à cidade venezuelana de Puerto La Cruz e pegar um ferry boat da empresa Conferry. Existem opções de ferry expresso ou convencional. E as tarifas vão variar de acordo com o tipo do ferry e a classe que você vai viajar. O ferry levará você até Punta de Piedras, já na ilha de Margarita. Para checar tarifas atualizadas, acesse http://extsw1conf.conferry.com/.
    Uma boa viagem!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Dicas de Viagem: Okinawa

Dicas de Viagem: Nagoya

Dicas de Viagem: Kansas City e Redondezas