LABACE 2007

Saímos de SJC bem cedinho. O João Gustavo pegou o Hamilton e depois me encontrou no Carrefour. Eu estava comprando pilhas para a câmera e um iogurte para forrar o estômago.
Dormi a viagem toda de SJC até Sampa.
Fomos de encontro a Lobão, que atrasou um pouco por não estar nos esperando, pois o combinado era pegar o Italiano e sua esposa no terminal Tietê.

Passamos em frente ao Pacaembú, era dia de jogo do São Paulo e depois seguimos ao aeroporto de Congonhas.


O João passou vagarosamente pelo prédio implodido da TAM Express. Onde pudemos sentir de perto o que foi essa tragédia absurda que comoveu todos os brasileiros.
Imaginamos o que seria um avião cruzando a avenida a passando por cima de nossas cabeças e depois explodindo ao nosso lado. Muito triste!!! :(


Estávamos ansiosos pela exposição. Pela primeira vez entraríamos em aeronaves da Dassault, GulfStream e da Bombardier, grandes fabricantes de aeronaves executivas no mundo.

Fizemos o credenciamento apresentando a carteira do ITA, que nos rendeu um desconto de quase 75%.

As primeiras aeronaves eram da Dassault. Entramos num Falcon 900EX, onde tivemos uma bela explicação de um piloto/jornalista da Aeromagazine.
Depois visitamos outros jatos da francesa Dassault e em seguida fomos ao stand da EMBRAER.

O Legacy 600 estava em exposição e um mock-up do Phenom 300 também se encontrava lá. Porém, já era quase meio dia e o Phenom 100 seria batizado pelo presidente Eduardo Fleury Curado, ao lado do VP de BizAv e do comandante Bragança, que está realizando os testes de vôo.


Não podemos deixar de mencionar a presença ilustre do comandante Ozires Silva, fundador da Empresa Brasileira de Aeronáutica. Pudemos trocar uma idéia com ele e ainda tirar uma foto. Essa é histórica!!! Tanto pela sua presença ilustre, como pela data (batizado do Phenom 100), assim como pelos companheiros do mestrado que ali comigo estavam.



Visitamos ainda o famoso e luxuoso G550 da GulfStream. Detalhes para as asas sem "bacalhau" algum e uma funcionária muito risonha e paciente que não parou de responder as perguntas da turma. Enquanto isso, estávamos eu, Hamilton e o Italiano no cockpit com o comandante Smith, da GulfStream, que também respondia na ponta da língua a seqüência interminável de perguntas que fizemos.

Aeronaves menores também estavam lá, mas não chamou tanto a nossa atenção, que só queríamos saber de Dassault, Bombardier e GulfStream.

No hangar, havia um lote de stands de empresas relacionadas à aviação. Perdemos um bom tempo no da Rolls-Royce e de um fabricante de aviônicos, que não era a Honeywell.

No mais, um outro stand que chamou bastante atenção foi o da Helibras, que fabrica o Eurocopter. Um helicóptero bastante robusto, com velocidade máxima de 265 km/h e capacidade para até 12 passageiros.


No final, nos reunimos com o comandante Bragança para tirar uma foto com a turma toda.

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